43 A subjetividade contemporânea é afetada por relações midiáticas. Nesse ambiente, segundo Guattari (1992), surgem novas formas de se compreender o processo de subjetivação configurado como um relacionamento
(A) homem-máquina, urbano-rural.
(B) sujeito-objeto, liberdade-vigilância coletiva.
(C) indivíduo-grupo, máquina-trocas múltiplas.
(D) crente-descrente, elétrico-mecânico.
(E) híbrido-comum, dramático-narrativo.
A constituição de complexos de subjetivação - indivíduo-grupo-máquina-trocas múltiplas - oferecem à pessoa possibilidades diversificadas de recompor uma corporeidade existencial, de sair de seus impasses repetitivos e, de alguma forma, de se re-singularizar. Não se está mais diante de uma subjetividade dada como um em si, mas face a processos de autonomização, ou de autopoiese, em um sentido um pouco desviado do que Francisco Varela dá a esse termo. (GUATTARI, Félix. Caosmose; um novo paradigma estético. São Paulo: Editora 34, 1992.)
Segundo Maturana e Varela, 1980, "'um sistema autopoiético organiza-se como uma rede de processos de produção cujos componentes a) regeneram continuamente por suas transformações e interações como unidade concreta no espaço em que ele existe, especificando o domínio topológico no qual se realiza como rede´" (MATTELART, A. e MATTELART, M. História das Teorias da Comunicação. São Paulo. Loyola. 1999. )
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Prova CAPES - Comunicação Social - 2008 - CESGRANRIO
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário