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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Contabilidade na Prova para Tecnico de Comercialização e Logística - PETROBRAS - 2010
24 A empresa Transporte Nacional apresentou, em dezembro de 2009, os seguintes saldos nas suas Contas de Resultado:
Contas de Resultado - Saldo em R$
Custo da Mercadoria Vendida - 450,00
Venda de Mercadoria - 750,00
Receita de Prestação de Serviços - 600,00
ICMS s/ Vendas - 135,00
Despesa com Depreciação - 100,00
Devolução de Vendas - 15,00
Imposto sobre Serviços - 30,00
Custo do Serviço Prestado - 375,00
PIS e COFINS s/ Venda - 50,00
Descontos Incondicionais Concedidos - 20,00
Com base nos saldos apresentados acima, a Receita Líquida e o Lucro Bruto, em R$, foram, respectivamente,
(A) 275,00 e 1.100,00
(B) 375,00 e 1.100,00
(C) 1.100,00 e 275,00
(D) 1.120,00 e 375,00
(E) 1.120,00 e 295,00
Receita Líquida = Receita Bruta - impostos - descontos e devoluções
RL = 750 + 600 - 135 - 30 - 50 - 15 - 20 = 1100
Lucro Bruto = RL - Custo da Mercadoria e serviços prestados
LB = 1100 - 450 - 375 = 275
Gabarito = C
Contas de Resultado - Saldo em R$
Custo da Mercadoria Vendida - 450,00
Venda de Mercadoria - 750,00
Receita de Prestação de Serviços - 600,00
ICMS s/ Vendas - 135,00
Despesa com Depreciação - 100,00
Devolução de Vendas - 15,00
Imposto sobre Serviços - 30,00
Custo do Serviço Prestado - 375,00
PIS e COFINS s/ Venda - 50,00
Descontos Incondicionais Concedidos - 20,00
Com base nos saldos apresentados acima, a Receita Líquida e o Lucro Bruto, em R$, foram, respectivamente,
(A) 275,00 e 1.100,00
(B) 375,00 e 1.100,00
(C) 1.100,00 e 275,00
(D) 1.120,00 e 375,00
(E) 1.120,00 e 295,00
Receita Líquida = Receita Bruta - impostos - descontos e devoluções
RL = 750 + 600 - 135 - 30 - 50 - 15 - 20 = 1100
Lucro Bruto = RL - Custo da Mercadoria e serviços prestados
LB = 1100 - 450 - 375 = 275
Gabarito = C
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Princípios de Contabilidade
Resolução CFC nº 1282/2010 (que atualiza e consolida dispositivos da Resolução CFC n.º 750/93)
Princípios de Contabilidade (PRECOC)
O Princípio da Prudência determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.
O Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por conseqüência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição.
O Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância.
O Princípio da Oportunidade refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas.
O Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento.
O Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda nacional. As seguintes bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo, de diferentes formas:
I – Custo histórico.
II – Variação do custo histórico. Uma vez integrado ao patrimônio, os componentes patrimoniais, ativos e passivos, podem sofrer variações decorrentes dos seguintes fatores:
a) Custo corrente
b) Valor realizável
c) Valor presente
d) Valor justo
e) Atualização monetária
Mais sobre o assunto: **Toque de Mestre, Elias Cruz, Editora Ferreira**
Princípios de Contabilidade (PRECOC)
O Princípio da Prudência determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.
O Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por conseqüência, nesta acepção, o Patrimônio não se confunde com aqueles dos seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição.
O Princípio da Continuidade pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em conta esta circunstância.
O Princípio da Oportunidade refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas.
O Princípio da Competência determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou pagamento.
O Princípio do Registro pelo Valor Original determina que os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos em moeda nacional. As seguintes bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo, de diferentes formas:
I – Custo histórico.
II – Variação do custo histórico. Uma vez integrado ao patrimônio, os componentes patrimoniais, ativos e passivos, podem sofrer variações decorrentes dos seguintes fatores:
a) Custo corrente
b) Valor realizável
c) Valor presente
d) Valor justo
e) Atualização monetária
Mais sobre o assunto: **Toque de Mestre, Elias Cruz, Editora Ferreira**
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Dica de Contabilidade
Achei uma apostila de contabilidade com questões resolvidas de contabilidade da ESAF e do CESPE/UNB, formulada pelos professores Luiz Alberto Missagia e Francisco Velter. Está em: http://www.slideshare.net/Padme/apostila-contabilidade-geral-200-exercicios-resolvidos.
Bons estudos!
YES WE CAN!
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Questão 5 Prova 2 ARFR 2003
Encontrei um material do Professor Bernardo Creimer Cherman que ajuda a resolver a questão. Deve-se, porém ignorar seus comentários e realmente não incluir o valor da insubsistência ativa nas contas de saldo devedor para realizar o cálculo, estando a resposta da banca de acordo.
Sobre essa disparidade de opiniões e para saber definições de superveniência e insubsistência, encontrei um texto muito bom no site do Vem Concursos.
YES WE CAN!
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